Alzheimer e suas relações com alterações da barreira hemato-encefálica

19 nov Alzheimer e suas relações com alterações da barreira hemato-encefálica

Alzheimer, é responsável por 60% a 70% dos casos de demência.  É uma doença neurodegenerativa crônica que geralmente começa lentamente e piora com o tempo.  E de progressão possa variar, a esperança média de vida após o diagnóstico é de três a nove anos.

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Alzheimer : O sintoma inicial mais comum é a dificuldade em recordar acontecimentos recentes (perda de memória de curto prazo). Conforme a doença avança, os sintomas podem incluir problemas com a linguagem, desorientação (incluindo facilmente ficar perdido), alterações de humor , perda de motivação, não gerir auto-cuidado, e problemas comportamentais. Como consequência muitas vezes a pessoa retirar-se da família e da sociedade. Aos poucos, as funções corporais são perdidos, em última análise, levando à morte. Embora a velocidade de progressão possa variar, a esperança média de vida após o diagnóstico é de três a nove anos.

 

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mEmaranhados de anéis Ap e Biondi acumulam-se na doença de Alzheimer no plexo coróide contribuindo para dificuldade seletiva da filtragem do sangue para formar o (FCE) líquor, ou fluído que circula envolvendo o Sistema Nervoso Central resultando no favorecimento da formação das placas de beta-amilóide no cérebro.

 

Alzheimer

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Existem nítidas relações entre Alzheimer, a função renal e seu correspondente cerebral (Plexo Coróide) e o diabetes De acordo com o artigo: “Plexo coróide: biologia e patologia” (I), Para exemplificar melhor a formação do plexo coróide no cérebro seria equivalente ao glomérulo renal, e da mesma forma que as alterações inflamatórias do organismo podem alterar a estrutura do gloméruloresultando numa nefrose, ou perda de proteínas na urina, as alterações inflamatórias crônicas no organismo podem se depositar no plexo coróide resultando numa dificuldade seletiva da filtragem do sangue para formar o (FCE) líquor, ou fluído que circula envolvendo o Sistema Nervoso Central.

 

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Além do Diabetes favorecer ao desenvolvimento do Alzheimer, o Alzheimer em si é comprovadamente uma forma de Diabetes do tipo III, i.e., aquela em que há resistência a insulina.

 
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Quadro cerebral comparativo e evolutivo. Há a tendência até mesmo da reversão, ou estabilização do processo com o tratamento adequado.

Terapia com Suplementos:

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Dados de acordo com a avaliação clinica de cada caso e com confirmação laboratorial e ainda corroborados com a bio-ressonância para sabermos qual a opção certa em cada caso, aqui apenas alguns exemplos: Cuidar dos Rins, fígado e pâncreas Tratar eventuais agentes infectantes como herpes Repor GABA Selênio, quelato Quelar metais tóxicos. OBS:O chumbo e aluminio são muito maléficos em dores musculares, Parkinson e Alzheimer Sweet Broom (Rucus aculeatus) ou outras raízes Pregnolona Fosfatidiserina S-Adenosil L-Metionina LDN – Low Dose of Naltrexone Ômega 3 Vitaminas D3, K2, E Ác. fólico, B12 Luteína Inositol Ubiquinona DMSO, MSM Boro Zinco, potássio e magnésio quelatos Acetilcarnitina 5-HTP Selegelina

 

Demais Tratamentos (Técnicas complementares):

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Existem inúmeros relatos clínicos e dados científicos de melhora da evolução de quadros de doenças neuro-degenerativas, através da associação da homeopatia e acupuntura, devendo ser usadas somente sob a supervisão, e/ou consulta de um profissional de saúde qualificado. 
Assim como em qualquer doença crônica vale a pena lembrar a importância de cuidarmos do Sono, da Alimentação, da Atividade Física, dos Fatores pH, do Eixo e mesmo da Sexualidade.

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Entre em contato conosco nos seguintes telefones: 3889-0273/5549-7651 ou se preferir, mande um e-mail para clement.hajian@gmail.com

 

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 Referências: 

http://orthomolecular.org/nutrients/fats.shtml
http://orthomolecular.org/nutrients/vitamins.shtml
I- Hartwig Wolburg and Werner Paulus ACTA NEUROPATHOLOGICA Volume 119, Number 1 (2010), 75-88, “Choroid plexus: biology and pathology”
II- Jean-Marie Serot, Marie-Christine Béné, Bernard Foliguet and Gilbert C. Faure ACTA NEUROPATHOLOGICA Volume 99, Number 2 (2000), 105-108, “Morphological alterations of the choroid plexus in late-onset Alzheimers disease”
III- Vincenzo Giordano, Gianfranco Peluso, Maurizio Iannuccelli, Paola Benatti, Raffaella Nicolai and Menotti Calvani NEUROCHEMICAL RESEARCH Volume 32, Numbers 4-5 (2007), 555-567, “Systemic and Brain Metabolic Dysfunction as a New Paradigm for Approaching Alzheimers Dementia” IV- Hoyer, S. Journal of Neural Transmission. July 1998, Volume 105,
href=”http://link.springer.com/journal/702/105/4/page/1″>Issue 4-5 , pp 415-422 “Is sporadic Alzheimer disease the brain type of non-insulin dependent diabetes mellitus?
A challenging hypothesis” V- Zoe Arvanitakis, MD; Robert S. Wilson, PhD; Julia L. Bienias, ScD; Denis A. Evans, MD; David A. Bennett, MD. Arch Neurol. 2004;61(5):661-666. 
Acessados em 15-2-16 às 18:00hs 

 

 

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