Corrimento Vaginal e tratamento pela Suplementação

29 fev Corrimento Vaginal e tratamento pela Suplementação

 Corrimento vaginal, ou leucorreia, é uma condição muito comum que tem sido experimentado pela maioria das mulheres de todas as idades, em algum momento ou outro. A boa notícia é que pode ser detectada pela avaliação clínica e exames corroborados pela bio-ressonância e tratado adequadamente pela suplementação sem efeitos colaterais.

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femininos ficarem altamente propensos a infecções, tanto por desajustes hormonais, quanto por fatores intestinais, ou ainda fatores locais, por estarem úmidos e cobertos na maioria das vezes. Além disso, as mulheres tendem a suar muito nessa área, o que aumenta as chances de infecções e inflamações. Infelizmente, a maioria das mulheres ficam altamente constrangidas por este problema, como é normalmente caracterizada por um corrimento vaginal com mau cheiro, em geral de cor branca.

                                                                                                                                      

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Corrimento vaginal e desequilíbrio hormonal: ocorre quando há desajustes dos níveis de estrogênio, e/ou progesterona. Alimentação: Ocorre, que quanto mais açúcar e grãos indevidamente dispostos, comermos, maiores as chances de adquirir infecções e corrimentos. Eventualmente, isso poderá enfraquecer ainda mais o seu revestimento intestinal e seu sistema imunológico.

                                                       

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A maioria dos corrimentos com odor acontece devido a uma vaginose bacteriana.
Candidíase vaginal (infecção fúngica): o corrimento é branco, grosso e empelotado.
Além dessa alteração na textura e na cor, a mulher também pode experimentar coceira e queimação.
Geralmente, as infecções fúngicas não apresentam um cheiro muito forte.
Elas são o segundo tipo mais comum de infecção vaginal e ocorrem frequentemente após o uso de antibióticos em pacientes com diabetes ou sistema imunológico comprometido.

 

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Além da candidíase, caracterizada pelo Corrimento branco-leitoso, outro tipo de corrimento mais comum, é a trichomoníase com odor característico, ou menos frequentemente gardnerela, a secreção é amarelada.

Aspectos normais do corrimento:

 Analise do corrimento vaginal.
Se o corrimento não estiver com textura e
cor normais, pode ser resultado de algum problema a seguir:
Vaginose bacteriana: é a causa mais comum de corrimento anormal em mulheres adultas.
Basicamente, há bactérias benéficas e prejudiciais; as benéficas ajudam a regular o desenvolvimento das outras.
No caso de doença, ou alteração do pH local, o equilíbrio não acontece e as bactérias prejudiciais passam a prevalescer.
Os sintomas incluem um corrimento cinza-amarelado, com cheiro de peixe e escorregadio, além de coceira ou queimação no local.

 

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Tricomoníase: nesse caso, o corrimento é esverdeado-amarelado e espumoso. Essa infecção é causada pelo Trichomonas vaginalis, um parasita unicelular transmitido via relação sexual. Essa condição, o terceiro fator mais comum de alteração no corrimento vaginal, também causa coceira ou dor na região.

     

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ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis): as infecções mais comuns, clamídia e gonorreia, às vezes têm o aumento do corrimento vaginal como único sintoma. As características do líquido variam, mas a cor geralmente é cinza, amarela ou verde; já o cheiro é fétido e a aparência, grossa. Nesses casos, as mulheres também sentem dor durante a relação sexual, além de manchas ou corrimento marrom logo em seguida. A vaginose bacteriana, a candidíase e a tricomoníase também podem ser sexualmente transmissíveis.
Cânceres do colo do útero ou vaginal: ambas essas doenças são fatores muito raros na aparição de corrimentos anormais.

        

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Além dos vários tipos de corrimento, juntamente pode ocorrer o desconforto abdominal, a constipação, a irritação abaixo dos olhos e a sensação de queimação nas mãos e pés. Existem outras causas de Corrimento, o usual sendo desequilíbrio da flora intestinal, ou de níveis hormonais. Ambas situações podem ser corrigidas através da orientação alimentar e da correta administração de ervas e suplementos. Além disso, outros fatores a serem corrigidos incluem a constipação intestinal, anemia, inflamação e irritação local, pela coceira, falta de descanso, ou sono.
Há uma série de problemas que podem causar prurido, ou corrimento vaginal.
Aqui focando : A vaginose bacteriana (BV). Candidíase, Trichomonas, líquen escleroso e o cancer vulvar. Oferecemos tratamentos sem efeitos colaterais para cada um deles. Infecções sexualmente transmissíveis (DSTs ou DST) têm, frequentemente, prurido vaginal como um sintoma também.

 

 Terapia com Suplementos – Corrimento vaginal:

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Indicados a depender de cada caso, de acordo com a clínica, exames laboratoriais e corroborados pela bio-ressonância.
Aqui apenas alguns exemplos:
– Lecitina de soja
– Cromo
– Quelato
– Ômega 3
– Glutamina
– NAC
– Fibras solúveis
– MSM, ou DMSO
– Picnogenol
– Ác. alfa lipóico
– Vitamina C .
– Ervas,
-entre outros como a associação de
— Honokiol, berberina e Sizigium jambolanum.
-Sabendo-se que igualmente importante é cuidar da alimentação, existem alimentos a serem checados para evitar, que incluem:
– Açúcares simples
– Leite e produtos lácteos
– Farináceos e refinados em geral.
A serem checados e Alimentos que contenham levedura, tais como amendoim e castanha de caju. Bebidas alcoólicas. Suco de certas frutas e refrigerantes principalmente também pioram os sintomas.

                             

                    Demais Tratamentos (Técnicas complementares):                                

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Existem inúmeros relatos clínicos e dados científicos de melhora da evolução de quadros de Corrimento, através da associação da homeopatia e acupuntura, devendo ser usadas somente sob a supervisão, e/ou consulta de um profissional de saúde qualificado. Entre outras podemos citar: romã, alfazema, eucalipto, losna.
Claro que essas e demais possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a bio-ressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas. E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de demais especialistas.                                                                                                            Assim como em qualquer doença crônica vale a pena lembrar a importância de cuidarmos do Sono, da Alimentação, da Atividade Física, dos Fatores pH, do Eixo e mesmo da Sexualidade.

                             

 

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Referências:
http://orthomolecular.org/nutrients/proteins.shtml http://orthomolecular.org/nutrients/vitamins.shtml http://orthomolecular.org/nutrients/carb.shtml http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2008/06/10/holistic-treatment-for-candida-infection.aspx http://drsaulmarcus.com/Digestion/candida.html – http://orthomolecular.org/nutrients/micronutrients.shtml                                                                   – Acessados em 11-2-16 das 20:00 às 22:30hs

 

 

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