Doença de Parkinson (DP) – parkinsonismo

04 abr Doença de Parkinson (DP) – parkinsonismo

Doença de Parkinson (DP), também conhecido como o parkinsonismo idiopático ou primário, ou síndrome da rigidez hipocinética, ou paralisia agitante, é uma desordem degenerativa do sistema nervoso central que afeta principalmente o sistema motor. Os sintomas motores da doença de Parkinson resultam da morte de células geradoras de dopamina na substância negra, uma região do mesencéfalo. As causas dessa morte celular são mal compreendidas. Mas, presume-se haver correlações com a disbiose intestinal e suas consequências ao nível imunológico, além do fator hereditário. 

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Parkinson: Quatro sintomas motores são considerados cardeais na DP:.
-Tremor,
-rigidez,
-lentidão de movimentos, e
-instabilidade postural

 Outros sinais motores reconhecidos e sintomas incluem:
-distúrbios da marcha e postura como festinação (passos embaralhados rápidos e uma postura voltada para o flexionamento ao caminhar) ,
-distúrbios de fala e deglutição, incluindo distúrbios da voz, e
-expressão facial como de máscara (rigidez facial)

 

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Muitos fatores de proteção e de risco foram investigados: a evidência mais clara é para um aumento do risco de Parkinsonismo em pessoas expostas a certos pesticidas. Apenas mais uma razão para evitar usá-los e comer orgânicos sempre que possível. Toxinas ambientais como o mercúrio também têm sido associados com o desenvolvimento da doença de Parkinson. O exercício pode ser também uma ferramenta útil para evitar o Parkinsonismo.

 

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Tratamento Clássico: preconiza-se o uso de agonistas dopaminérgicos como:
-bromocriptina,
-pergolida,
-pramipexol,
-ropinirol,
-piribedil,
-cabergolina,
-apomorfina e
-lisurida.
E ainda Inibidores da Monoamino-Oxidase (IMAO-B): selegilina e rasagilina
Todos estes e demais componentes podem ser melhor avaliados de acordo com a clínica, exames complementares e ainda corroborados pela bio-ressonância, justamente para evitarmos, ou minimizarmos efeitos colaterais e maximizarmos a ação terapêutica.

 

Terapia com Suplementos – Parkinson:

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Dados de acordo com a avaliação clinica de cada caso e com confirmação laboratorial e ainda corroborados com a bio-ressonância para sabermos qual a opção certa em cada caso, aqui apenas alguns exemplos:
-L-Fenilalanina
-L-Tirosina
-CoQ10
-NADH
-Vitamina B2
-Vitamina E
-Vitamina C
-Zinco
-Cobre
-Selênio
-Mucuna
-ÁC. FÓLICO
-Ômega 3
-QUELAÇÃO: Chumbo, mercúrio e alumínio são muito maléficos no parkinson E também checamos a presença de metais tóxicos, flúor, asbestos.

 

Demais Tratamentos (Técnicas complementares):

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Existem inúmeros relatos clínicos e dados científicos de melhora da evolução do Parkinsonismo através da associação da homeopatia e acupuntura, devendo ser usadas somente sob a supervisão, e/ou consulta de um profissional de saúde qualificado.
Claro que essas e demais possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a bio-ressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas.
E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de especialistas.
Assim como em qualquer doença crônica vale a pena lembrar a importância de cuidarmos do Sono, da Alimentação, da Atividade Física, dos Fatores pH, do Eixo e mesmo da Sexualidade.

 

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Referências:
-http://orthomolecular.org/nutrients/fats.shtml
-http://orthomolecular.org/nutrients/vitamins.shtml
-http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2006/06/01/a-radical-dietary-approach-to-fighting-parkinsons.aspx
-http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2002/10/30/parkinsons-part-one.aspx
-http://orthomolecular.org/nutrients/proteins.shtml
-http://orthomolecular.org/nutrients/micronutrients.shtml
-Acessados em 15-2-16 às 21:00hs

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