Cardíaco , enfarte: prevenção e tratamento com suplementos e ervas

29 mar Cardíaco , enfarte: prevenção e tratamento com suplementos e ervas

A verdadeira forma de prevenir o Ataque Cardíaco, ou enfarte, é com a utilização de uma abordagem combinada, que trata todas as facetas da sua saúde física e emocional. É extremamente importante comer alimentos corretos, além do equilíbrio bioquímico-molecular, com base na sua resposta orgânica detectada pela avaliação clínica e bio-molecular.

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CARDÍACO, ATAQUE – PREVENÇÃO:
Além das predisposições herdadas, que podem ser moduladas por fatores biomoleculares, existem fatores modificáveis pelo estilo de vida e suplementação: – Tabagismo
– Colesterol elevado: Junto a outros fatores de risco como pressão arterial elevada e tabagismo esse risco é ainda maior. Esse fator de risco é agravado pela idade, sexo e dieta.
– Hipertensão: Para manter a pressão elevada, o coração realiza um trabalho maior, com isso vai hipertrofiando o músculo cardíaco, que se dilata e fica mais fraco com o tempo, aumentando os riscos de um enfarte. A elevação da pressão também aumenta o risco de um acidente vascular cerebral, ou lesão nos rins, ou insuficiência cardíaca.
O risco de um enfarte num hipertenso aumenta várias vezes, junto com o cigarro, o diabete, a obesidade e o colesterol elevado.

 

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Mesmo os exercícios moderados, desde que feitos com regularidade são benéficos.
A atividade física também previne a obesidade, a hipertensão, o diabete e abaixa o colesterol.
– Obesidade: O excesso de peso tem uma maior probabilidade de provocar um acidente vascular cerebral ou doença cardíaca, mesmo na ausência de outros fatores de risco.
A obesidade exige um maior esforço cardíaco, além de estar relacionada com doença das coronárias, pressão arterial, colesterol elevado e diabete.
– Diabetes: Ainda que o açúcar no sangue esteja sob controle, o diabete aumenta significativamente o risco de doença cardíaca e cerebral.
Na presença do diabete, os outros fatores de risco se tornam mais significativos e ameaçadores.
Sem nos esquecermos de fatores preponderantes de risco cardíaco como:
o Estresse e o uso de Anticoncepcionais hormonais.
Exercícios físicos regulares, moderados a vigorosos tem um importante papel em evitar doenças cardíacas.

 

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Sintomas de aviso de um ataque, ou enfarte cardíaco incluem:
– Brilho, ou vermelhidão na parte superior da cabeça (nariz à parte alta da testa)
– Respiração curta
– Dor, desconforto ou alteração da sensibilidade da mandíbula, ou dente(s), aos braços
– Dor, desconforto, ou pressão no peito
– perda de apetite, ou enjoo
– Cansaço
– Palpitações, Arritmias
– Suores frios Ao nível Biomolecular:
– Dois outros parâmetros ainda bem importantes, que têm passos muito simples para corrigi-los são:
um nível de ferritina que verifica os níveis de ferro e o de homocisteína que quando elevado pode ser normalizado com ácido fólico, vitamina B12 e B6.
Níveis séricos de magnésio está inversamente relacionado com o risco de morte por ataque cardíaco isquêmica, de acordo com pesquisas do Centro dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças.

 

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A concentração de magnésio sérico, independente de outros fatores de risco, foi inversamente associada com morte por todas as causas e por ataque cardíaco.
Quando a pessoa estiver acometida por alguma cardiopatia, ou ataque cardíaco, nem sempre a dor é referida diretamente na área cardíaca, mas pode se manifestar com vários sintomas, até mesmo digestivos.
Cada localização se relaciona a um segmento cardíaco que foi atingido.

 

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Usando as técnicas de variabilidade da frequência cardíaca (VFC) , o que dá uma descrição precisa em tempo real do status do sistema nervoso autônomo, os pesquisadores têm mostrado, em vários estudos, que os pacientes com doença cardíaca isquêmica têm, em média, uma redução da atividade parassimpática de mais de um terço .Tipicamente, pior a isquemia, quanto menor for a atividade parassimpática. – Além disso, cerca de 80 por cento dos eventos isquêmicos são precedidos por uma significativa e drástica, redução, da atividade parassimpática. A diminuição da atividade parassimpática é mediada pelos três transmissores químicos do sistema nervoso parassimpático: acetilcolina, NO e de cGMP.

 

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É fascinante notar que as mulheres têm atividade vagal mais forte do que os homens, provavelmente representando a diferença entre os sexos na incidência de enfarto do miocárdio O equilíbrio entre os sistemas simpático e parassimpático é fundamental tanto no manejo do estresse, quanto na prevenção de doenças cardíacas, como Angina, ou enfarto. Destacando-se a variabilidade cardíaca, que quanto maior indica uma maior adaptabilidade ao meio externo, quanto na coerência cardíaca, que quanto mais coerente e rítmico for o batimento, maior será a adaptabilidade interna, pela interação mente-corpo (Sentimentos & Emoções X Resposta adaptativa corporal & Acesso supra-mental), fatores fundamentais à prevenção do ataque cardíaco.

 

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– Além dos fatores de risco por comprometimento orgânicos, outros fatores biomoleculares podem contribuir ao ataque cardíaco, como
Fatores sanguíneos de risco, por acometimento das coronárias. Investigadores viram exames de sangue e descobriram que certos parâmetros foram associados com risco maior de ataque cardíaco:
– Eles descobriram que a proteína C reativa elevada (PCR) foi um fator de risco. A PCR está elevada quando há inflamação acontecendo em algum lugar do corpo.
-Níveis elevados de fibrinogênio, o que indica uma tendência crescente para a coagulação, foi também associado a um risco maior de ataque cardíaco.

 

 

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– Assim como um aumento da contagem de células brancas do sangue (Leucócitos), a contagem de glóbulos brancos superior a 8,5 verificou-se ser mais um fator de risco.
– A diminuição dos níveis de albumina também foi um fator que pode indicar uma deficiência relativa de proteína e excesso de carboidratos, levando a edemas e agravando o rendimento cardíaco.
– Os testes acima são independentes dos valores de colesterol, outro importante fator de risco cardíaco a ser avaliado.
Disponibilizar corretamente os fatores biomoleculares juntamente com os energéticos relacionados aos órgãos é o segredo , não apenas para evitarmos ataque cardíaco, mas principalmente melhorarmos a qualidade de vida.

 

Terapia com Suplementos:

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Sempre indicada após as avaliações clínicas e laboratoriais e corroboradas de acordo com a bio-ressonância.
Podendo-se optar, algumas entre inúmeras outras, aqui apenas alguns exemplos: Tomar um suplemento com ácido fólico e vitamina B12 reduz os níveis de homocisteína mais dramaticamente do que tomar ácido fólico sozinho.
A homocisteína é um aminoácido que tem sido associado com um maior risco de doença cardíaca.
Estudos anteriores indicaram que o ácido fólico pode diminuir os níveis de homocisteína.
1. Molibdênio 250 MCG (Douglas Laboratories) uma da manhã
2. Iodoral 12.5 ½ tablet manhã e jantar
3. Magnésio Citrato 150 mg três vezes por dia

 

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4. A vitamina D 400 U.I. uma horas, 2 almoço, 1 jantar (1600 mg de um total dia)
5. Coenzima Q10- 200 mg 2 cápsulas três vezes ao dia (1200 mg total)
6. Niacina e Vit. B3 725 mg. Duas da manhã, quatro no almoço, dois no jantar(total- 5800 mg)
7. Nutrient 950 sem ferro três de manhã, três almoço, dois jantar
8. Ribose 1 colher uma de manhã, uma no jantar

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9. Esterol 675 mg. duas cápsulas três vezes por dia (4,050 mg por dia total- vitamina C)
10. Acetil L – Carnatine 500 mg. uma de manhã, uma à do almoço de 10 a 15 minutos antes de comer. (1000mg um total dia)
11. Alpha Lipoic Acid 400 mg. uma de manhã
12. Selênio 200 mcg uma no almoço, um no jantar (200 mcg)
13. Zinco 30 mg. uma de manhã
14. Óleo de peixe de 1000 a 3000 mg ao dia
15-Potássio quelato, de 100 a 1000 mg ao dia.
– Bromelina, papaína, tripsina indicados na fase pós infarto cardíaco , ou em casos específicos de coronariopatias, juntamente com ômega 3 e/ou lecitina de soja.
16. – Vit. K,
17. -Magnesio.,
18- L-carnitina.,
19- Resveratrol.
20- Cromo e Selênio quelatos.

Demais Tratamentos (Técnicas complementares):

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Existem inúmeros relatos clínicos e dados científicos de melhora da evolução de Quadros de ataque cardíaco, através da associação da homeopatia e acupuntura, entre outros podemos citar crataegus, beladona, stramonium, elaps, naja, aurum, glonoinum como indicáveis pela homeopatia e hibisco, garcínia, silimarina.
Claro que essas e demais possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a bio-ressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas. E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de demais especialistas.
Assim como em qualquer doença crônica vale a pena lembrar a importância de cuidarmos do Sono, da Alimentação, da Atividade Física, dos Fatores pH, do Eixo e mesmo da Sexualidade.

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Referências:
http://orthomolecular.org/nutrients/vitamins.shtml
http://orthomolecular.org/nutrients/fats.shtml
– http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2014/12/17/real-cause-heart-attacks.aspx – – American Journal of Clinical Nutrition 1998; 68:1104-1110.
– http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2010/12/16/higher-levels-of-this-mineral-linked-with-lower-heart-attack-rate.aspx – JAMA. 1998; 279:1477-1482
– http://www.trigunamedia.com/updates/dec2011/
– http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2008/01/02/low-magnesium-risk-factor-for-heart-disease-death.aspx
– http://www.orthomolecular.com/?ctr=casestudy&act=show&id=25
– http://orthomolecular.org/nutrients/proteins.shtml
– Acessados em 14-2-2016 às 22:15hs

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