Epilepsia

19 dez Epilepsia

Epilepsia, ou crises convulsivas de repetição, em tratamento convencional, 30 – 40% dos pacientes que tem não se tornam livres de crises e desenvolvem resistência aos seus antiepilépticos. (Nagai et al, 2004). O que obriga a tomar quantias cada vez maiores de anti-convulsivantes, prejudicando seriamente a qualidade de vida e a consciência. A boa notícia, é que o tratamento alternativo, sozinho ou junto ao convencional, possibilita tratar a condição crônica da epilepsia, além de criar menos resistência ao tratamento. 

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Epilepsia : Existem diferentes tipos de epilepsia, ou convulsão repetitiva: Nem todas as crises têm a mesma aparência. Por exemplo, tônico clônicas, ou generalizadas, são caracterizadas por espasmos e rigidez de todo o corpo, enquanto que em crises de ausência, o indivíduo pode aparecer como se estivesse olhando para o espaço. convulsões generalizadas:
Todas as áreas do cérebro (córtex) estão envolvidos em uma crise generalizada. Às vezes, estes são referidos como convulsões de grande mal. A pessoa que experimenta tal apreensão pode gritar ou fazer algum som, endurecer durante vários segundos a um minuto e depois ter movimentos rítmicos dos braços e pernas. Muitas vezes, os movimentos rítmicos lentificam-se antes de parar. Os olhos ficam geralmente abertos.

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Epilepsia com crises parciais ou focais: somente parte do cérebro está envolvida, portanto, apenas parte do corpo é afetado. Dependendo da parte do cérebro possuindo atividade eléctrica anormal, os sintomas podem variar. Se a parte do movimento de controle do cérebro da mão está envolvido, em seguida, apenas a mão pode mostrar movimentos rítmicos ou bruscos. Se outras áreas do cérebro estão envolvidas, os sintomas podem incluir sensações estranhas, como uma sensação de plenitude no estômago ou pequenos movimentos repetitivos, como esfregar a roupa ou bater dos lábios. A pessoa pode parecer não estar respirando e realmente fica azul. Isto pode ser seguido por um período de profunda respiração, ruidosa. O retorno à consciência é gradual e a pessoa pode ficar confusa por algum tempo – minutos a horas. A perda de urina é comum. A pessoa fica frequentemente confusa depois de uma crise generalizada.

 

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Na maior parte das vezes não se detecta um fator causal visível, da epilepsia, pela tomografia, ou mesmo pela Ressonância Magnética.

 

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Graças a avaliação pelo EEG: Eletro-Encefalograma, é possível muitas vezes detectar a localização do ponto de origem da epilepsia, mas ainda não a causa.
Quando as crises de epilepsia são parciais em geral indicam uma boa resistência e uma baixa predisposição às crises convulsivas, prenunciando a presença de algum fator mecânico atuando no local, como algum
– efeito pós-trauma,
– tumor, ou
– parasita grande alojado localmente.
Ao contrário, quando a convulsão é tônico-clônica, ou generalizada prenuncia alguma
– predisposição bioquímico-molecular, ou ainda, a presença de algum
– agente infectante microscópico que se instalou dentro das células de forma difusa.

 

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Na epilepsia complexa parcial pode haver deslocamento da consciência, mas sem acometimento motor.
Epilepsia tanto na forma Generalizada, como na Parcial, é importante checarmos os níveis de Glutamato e GABA, para avaliarmos estas disposições primárias envolvidas na epilepsia, mas muitos outros fatores bioquímico-moleculares podem estar envolvidos em ambas as formas de crises convulsivas.

 

Terapia com Suplementos:

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Sempre indicados de acordo com a clínica e exames complementares e ainda corroborados pela bio-ressonância.
Aqui apenas alguns exemplos:
– Ácido Fólico 100 a 800 mcg
– BCAA
– Espirulina
– L-Glutamina 100 a 500 mg
– L-Taurina 100 a 1.000 mg
– L-Triptofano 200 a 400 mg
– Magnésio Quelato, ou treonato 100 a 500 mg
– Ômega 3 1.000 a 4.000 mg
– Vit. B12 100 a 800 mcg
– Vit. B2 10 a 200 mg
– Vit. B5 10 a 250 mg
– Vit. B6 100 a 300 mg
– Vit. C 100 a 1.000 mg
– GABA 20 a 200mg ao dia
– Vit. E 90 a 180 UI
– Theanine 100 a 300 mg
– Ác. alfa lipóico 
– Betaína
– TGCM
– Óleo de peixe
– Vit. D3,
– Vit. K2
– Rosmarinus of.
– Copaíba

 

Demais Tratamentos (Técnicas complementares):

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Existem inúmeros relatos clínicos e dados científicos de melhora da evolução da Epilepsia através da associação da homeopatia e acupuntura, devendo ser usadas somente sob a supervisão, e/ou consulta de um profissional de saúde qualificado.
Homeopatia:
– Cuprum,
– hyosciamus,
– muscaricus agaricus,
– stramonium,
– silicea,
– Causticum,
– Aethusa cynapium,
– artemesia absinthium e
– cicuta virosa são alguns dos remédios homeopáticos mais utilizados nas epilepsias (Ricotti et al., 2006).

 

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Claro que essas e demais possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a bio-ressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas.
E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de demais especialistas.
Assim como em qualquer doença crônica vale a pena lembrar a importância de cuidarmos do Sono, da Alimentação, da Atividade Física, dos Fatores pH, do Eixo e mesmo da Sexualidade.

 

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