Fitoterapia

A fitoterapia é a técnica de tratamento que utiliza as propriedades químicas e energéticas das plantas para tratar doenças. O que faz a diferença na escolha correta da associação de fitoterápicos para cada caso é o diagnóstico correto da condição de saúde tanto do ponto de vista orgânico quanto energético.

Diversos estudos científicos comprovam que a fitoterapia pode oferecer soluções eficazes e mais baratas para diversas doenças. Diagnosticados corretamente, as plantas resgatam o processo de auto-cura e são providas de muito menos efeitos colaterais em relação aos medicamentos sintomáticos, de acordo com a metodologia integrativa. Assim também, as ações terapêuticas das plantas minimizam os efeitos colaterais, além de possuírem um custo inferior aos medicamentos alopáticos.

Alguns usos da fitoterapia:

  •  Salsa: É uma planta diurética, ajuda a melhorar o funcionamento dos rins e ajuda a combater certos tipos de doenças do coração;
  • Babosa: Possui propriedades que ajudam a proteger o aparelho digestivo;
  • Erva Doce: É particularmente eficaz no combate de cólicas menstruais e gases intestinais, além de ser diurética e expectorante, para certos casos;
  • Erva Cidreira: Possui propriedades calmantes e digestivas;
  • Alho: Combate certos tipos de inflamação. Previne certas formas de trombose, pressão alta e câncer. Tem ação antibacteriana específica;
  • Pimenta: Tem outro tipo de ação antibiótica e anti-inflamatória e pode– Regular o colesterol;
    – Reduzir risco de enfarto;
    – Aliviar dores de cabeça, específica para certos casos e;
    – Ser eficaz no tratamento de certas formas de rinite alérgica.
  • Alecrim: Essa planta tem certa ação de aumentar o apetite e pode atuar contra sarna e coceiras quando misturada ao óleo de camomila. Para quem sente cansaço no peito, tosses e catarro o alecrim também pode ser recomendado;
  • Cebolinha: Ajuda na
    – Saúde do intestino;
    – Redução da formação de coágulos;
    – Redução da pressão arterial e;
    – No controle do colesterol.

Detalhe: quanto mais propriedades energéticas tiver uma planta, por exemplo, quanto mais picante for a pimenta, maior será sua ação, mas não necessariamente será mais eficaz, pois isto depende da dosagem, da combinação, da concentração e da forma de uso das plantas, que serão estabelecidas de acordo com cada caso, durante a consulta, assim como quais tipos de plantas, na medida em que há uma lista de mais de 50 plantas para cada caso e um número bem maior de possibilidades de combinação.

Realizada a consulta desta forma a eficácia terapêutica das plantas acaba sendo bem maior e com resultados bem mais consistentes e permanentes em relação aos tratamentos sintomáticos, na medida em que a pessoa estará sendo tratada por inteiro e não somente para um ou outro sintoma específico.

Importante: apesar de haver uma série de restrições cada vez maiores em relação ao uso de fitoterápicos em nosso país, é sabido que em países do primeiro mundo o uso de fitoterápicos é dominante em relação aos de origem sintética. Por exemplo na Alemanha cerca de 70% das prescrições médicas são a base de ervas, homeopatias ou derivados, e isto estabelecido por lei.

Graças a atual técnica de diagnóstico energético, com o BDORT, ou bioressonância associadamente com outros dados de exames clínicos respaldados em mais de 16 anos de experiência, é possível se diagnosticar corretamente e aqui mesmo, qual a associação ideal de fitoterápicos para cada um.