Infecções urinárias, cistites

16 fev Infecções urinárias, cistites

Cistite, Infecção do Trato Urinário-ITU: é uma queixa comum,
principalmente em mulheres, após a menopausa.
Pela predisposição bioquímico-molecular bactérias passam à circulação, migram à urina e começam a crescer. 

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Cistite geralmente começa na abertura da uretra, onde a urina sai do corpo se move para cima e para o trato urinário.
O culpado em pelo menos 90% das infecções não complicadas é um tipo de bactéria denominada Escherichia coli, mais conhecido como E. coli.
Estas bactérias vivem normalmente no intestino (cólon) e ao redor do ânus.

 

Sintomas e sinais da cistite:

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O revestimento da uretra e da bexiga se torna inflamado e irritado.
– Disúria: dor ou ardor durante a micção. Frequência: há micção mais frequente (ou acordar à noite para urinar, por vezes referido como noctúria); muitas vezes, com apenas uma pequena quantidade de urina.
– Urgência urinária: a sensação de ter de urinar com urgência
– Dor abdominal ou pressão pélvica
– Febre baixa (menos de 101 F), calafrios e “simplesmente não se sentir bem” (mal-estar) Uretra (uretrite): ardor ao urinar
– Vontade de urinar mesmo com a bexiga vazia Em casos mais avançados pode ocorrer: – Sangramento na urina (hematúria)
– Urina turva (como se estivesse com pus ou com talco)
– Febre
– Urina com odor diferente
– Dor lombar (caso a infecção tenha atingindo os rins).

 

Como prevenir a Cistite:

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– Melhorar a imunidade (por meio de exercícios físicos, alimentação correta, preferencialmente de acordo com a bio-ressonância);
– Em caso de corrimentos, tratar o mais rápido possível;
– Controlar a diabetes, verificando a glicemia, veja artigo relacionado;
– Tomar bastante líquido (a urina deve estar em tom palha e transparente);
– Ter cuidados com a higiene pessoal (mantendo sempre limpas as regiões, limpar da região vaginal à anal e nunca o oposto);
– Usar sabão neutro (que não cause irritação);
– Evitar roupas íntimas muito justas ou sintéticas,
– Trocar os absorventes ou as fraldas (no caso das mulheres mais velhas) com frequência.
– Urinar após a relação e
– Procurar evitar diaframa com espermicida e DIU de cobre.

 

 Terapia com Suplementos:

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Em geral, para casos agudos não reincidentes uma única e simples formulação associada de suplementos, ervas, alimentos e suplementos são suficientes para tratar corretamente o problema.
Em casos crônicos, ou reincidentes é necessário montar um plano de investigação das causas para o correto tratamento de cada fator predisponent, aqui só alguns exemplos de fatores a serem avaliados e corrigidos:
– Gastrointestinal (fibras, glutamina);
– Hepático (NAC, ácido alfa-lipóico, lisina e treonina, quercetina, CoQ10, Ômega 3, silimarina);
– Inflamatório (hesperidina, quercetina, rutina, a curcumina, gengibre, chá verde, niacinamida);
– Endócrino-hormonais (linhaça, co-fatores de metilação B6 B12 ácido fólico, betaína, potássio D-glucarato, curcumina), além das específicas ações para cada distúrbio endócrino em particular, com ênfase nas gônadas, supra-renais, pâncreas, timo e tiróide;
– Glicêmico (cromo, ácido alfa-lipóico, fibra, chá verde).
– Locais (Vitaminas C, D3, DMSO, MSM, carnitina, creatina, ác. alfa lipóico, citratos de sódio, ou potássio).

 

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Indicados de acordo com a avaliação clinica de cada caso e com confirmação laboratorial e ainda corroborados com a bio-ressonância para sabermos qual a opção certa em cada caso.
Estes suplementos devem ser tomados conforme orientação, em média durante 28 dias. Ainda pode ser necessário uma dieta de eliminação modificado (dias 1 a 7) e desintoxicação / dieta biotransformação (dias 8 a 28). Nos casos de alergia a glúten é recomendável evitar cereais contendo glúten de 3 a 4 meses: trigo, centeio, kamut, aveia, espelta, cevada, triticale.
Depois disso, a ingestão é permitida do quinto ao sétimo dia de cada mês. Alimentos integrais, fibras adequada, refeições regulares e pequenos lanches saudáveis durante o dia irá suportar um nível de açúcar no sangue estável e evitar dores de cabeça.

 

Demais Tratamentos (Técnicas Complementares):

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Existem inúmeros relatos clínicos e dados científicos de melhora da evolução da Cistite através da homeopatia sob a supervisão, e/ou consulta de um profissional de saúde qualificado. Pela homeopatia podemos citar Cantharis na 6CH para casos agudos, ou Sepia na 200CH para Cistites crônicas.
Claro que essas e demais possibilidades devem antes ser checadas através de dados clínicos, anamnese completa, além de exames complementares, podendo incluir o eletro-escaneamento, microscopia e a bio-ressonância, para termos certeza das melhores opções terapêuticas. E também sem nos esquecermos dos fatores predisponentes, ou desencadeantes que levaram a este quadro clínico, o que pode requerer o acompanhamento de demais especialistas.
Assim como em qualquer doença crônica vale a pena lembrar a importância de cuidarmos do Sono, da Alimentação, da Atividade Física, dos Fatores pH, do Eixo e mesmo da Sexualidade.

 

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